Dança do Ventre

"A Dança do Ventre é uma expressão poética do corpo cheia de gestos e significados. É uma celebração, a feminilidade, desenvolvida por mulheres e para mulheres"
(Rhamza Alli)

Benefícios de dançar esta dança...

      A Dança do Ventre, favorece tudo o que tem haver com o facto de se ser mulher, embora o homem caiba também nesta dança, mas claro com um papel específico.

      A nível interno conseguimos despertar e desenvolver a nossa própria criatividade. A bailarina pode dançar sem realizar grandes movimentos, tudo dependerá do seu estilo. Deve sim, ser uma extensão da música estando em harmonia com ela. Ou seja, sem desprezar o trabalho técnico da bailarina, devemos preocupar-nos por sentir a música e expressar o sentimentos que ela nos faz viver no momento. A dança pode favorecer uma maior percepção a diferentes níveis da própria bailarina. 
      
A nível físico:
  • coordenação motora e respiração;
  • domínio e consciência do corpo, uma vez que se trabalha isoladamente as várias partes do corpo;
  • trabalho cardiovascular relacionado com a reaprendizagem da respiração;
  • tonificação muscular através de movimentos específicos que trabalham os diversos grupos musculares (abdómen é o mais evidente);
  • corrige a postura e melhora os problemas de coluna;
  • por ser um exercício físico, melhora a circulação e condição física. Á primeira vista parece uma dança “suave”, mas durante uma aula poderão perder-se 300 calorias;
A nível mental e emocional:
  • são muitos e variam de pessoa para pessoa (aumento da auto-estima, capacidade de expressão, serenidade, melhor percepção do próprio corpo);
  • trabalha a própria energia interna, não é só exercitar os músculos do nosso corpo, mas sim estabelecer um equilíbrio físico e emocional e só assim nos conseguimos expressar através dele.


Através da dança, expressamos sentimentos e encontra-mos a nossa própria essência. O seu fim não é provocação, mas sim transmitir beleza e espiritualidade feminina.
No fundo, a música é o veículo através do qual, encontramos e conhecemos o nosso “eu” e o conseguimos transportar e deixar transparecer de forma natural.



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